

São feitos de titânio ou zircônia, materiais altamente resistentes e biocompatíveis.
Com os cuidados certos, podem durar décadas ou até mesmo a vida toda.
Estimulam o osso onde o dente foi perdido, ajudando a prevenir a reabsorção óssea que ocorre com o tempo após a perda dentária.
Permitem uma mastigação eficiente, similar à de dentes naturais.
Evitam problemas de dicção que podem surgir com dentaduras ou ausência de dentes.
Proporcionam um resultado estético muito parecido com o dos dentes naturais.
A cor e formato são adaptados para harmonizar com os dentes remanescentes.
Ao contrário das próteses móveis, os implantes são fixos e não se deslocam.
Não causam desconfortos comuns de dentaduras, como machucados ou insegurança ao falar/comer.
Diferente das pontes dentárias, os implantes não exigem desgastar dentes saudáveis adjacentes.
Ajudam a restaurar a confiança ao sorrir, falar e socializar.
Melhoram a qualidade de vida ao devolver a funcionalidade da arcada dentária.
Quando um dente é perdido e se deseja repor sem desgastar os dentes vizinhos (como seria feito com uma ponte tradicional).
Quando há múltiplos dentes ausentes, é possível colocar vários implantes ou usar implantes para sustentar uma prótese parcial fixa.
Em pacientes totalmente desdentados, os implantes podem sustentar uma prótese total fixa (protocolo) ou uma prótese removível com muito mais firmeza (overdenture).
Pessoas que não se adaptam bem a próteses móveis (dentaduras) por desconforto, instabilidade ou insegurança.
Em casos onde se quer evitar a reabsorção óssea e a perda do contorno facial, comum após a perda dos dentes.